Que tal começar?

Dando continuidade à nossa conversa sobre crescimento e desenvolvimento...


Falamos muito em autoconhecimento.

Falamos muito em felicidade.

Falamos muito em conquistar os melhores resultados, em tudo e para tudo.

Como é que conseguiremos isso?

Falando apenas? Pensando apenas? Certamente não.


O que podemos fazer, então?


Vamos juntos...


Notaram que uma vida vivida com consciência pode nos favorecer a incrível percepção de que a cada dia de vida, social e em família e em cada momento de estudo e a cada atendimento profissional como Coach ou em qualquer outro papel, nós temos o potencial de nos transformarmos em pessoas melhores?


Isso não é teoria e nem palavras ditas apenas da boca pra fora. É a nossa realidade humana.


Vamos continuar...


Vou te dar uma visão prática.

O meu relacionamento, por exemplo... Sou casado com uma executiva que vem vivendo uma carreira linda, com muitas conquistas pessoais e profissionais. Fico pensando no que construímos ao longo destes últimos 20 anos em que estamos juntos... Não tenho dúvida de que somos pessoas muito melhores para nós próprios e para o outro, do que éramos antes.


Melhores na educação de nossos filhos e exemplos de dedicação, comprometimento, esforço, coragem e resiliência para nossa sociedade em todos os empreendimentos que nos propusemos a fazer.


Alguns desses projetos ‘deram certo’, conseguimos os resultados pretendidos, outros nem tanto... mas isso não importa. Importa muito é a nossa dedicação e o desejo de fazer a diferença.


Foi então que me perguntei: qual foi o combustível que usamos até hoje para essa relação vitoriosa e duradoura?


Resposta: Exercitamos expor as nossas vulnerabilidades.


É óbvio que muitas vezes tentamos nos defender de nós mesmos apontando os defeitos no outro. Essa é a parte mais fácil e comum de fazer. Mas chega a hora em que essa prática se torna insustentável e faz com que a máscara caia.


Conseguimos parar de julgar e nos abrimos a ter consciência do que precisamos melhorar em nós mesmos.


É fácil? Claro que não.


Lembro de inúmeras vezes em que tive a coragem de falar pra minha esposa de coisas que me incomodavam na relação.


Vejam bem, não eram coisas que me incomodavam ‘nela’, eram coisas pelas quais eu me sentia incomodado por achar que me faltavam condições para seguir na jornada conjugal de forma saudável.


O ângulo é outro.

O dedo não aponta para o outro (externo), apenas me direciona para a minha descoberta em mim de mais outros níveis.


Entendo que muitas das questões eram provenientes de uma herança obtida por uma sociedade patriarcal machista e de ideias que seguiam velhos paradigmas e preconceitos.


E como expor a minha vulnerabilidade foi libertador!


Sendo assim, frente às inúmeras bifurcações que vivemos, acabamos optando por seguir na mesma direção porque tivemos a humildade de pedir ajuda, ao invés de super julgar ou de tentar fugir.


Assumimos as dificuldades que se apresentavam em cada um de nossos momentos e buscamos, conjuntamente, as melhores saídas e soluções.


Os pensamentos que nos dirigem são do tipo: Eu quero crescer e quero seguir o meu propósito de, através da minha vida no geral em que se inclui o meu trabalho, ajudar as pessoas a crescerem, se expandirem também, contribuindo assim com minha parcela para melhorar a nossa comunidade.


Que tal começar a treinar a se aceitar como um ser em evolução e que para crescer, precisa enxergar as próprias vulnerabilidades?


É a partir delas que um mundo de novas possibilidades se abre a nossa frente!



Roberto Bosch Muitos me chamam de Betinho. Fui jogador de vólei da seleção brasileira (geração de prata e geração de ouro) e isso diz muito de mim principalmente pela disciplina, esforço e dedicação que a carreira exige. Quando parei de jogar fundei e dirigi a Escola de Vôlei do Betinho que funciona há 20 anos e a Associação Mão na Bola, uma ONG que desde 2003 atua tendo como ferramenta principal o vôlei de praia.


Dediquei boa parte da minha vida à formação de pessoas através do esporte. Também criei e dirigi eventos, competições, projetos e equipes. Sou um maker em constante transformação. Sou também um baiano que morou no Rio por 50 anos e que vive hoje em São Paulo com minha esposa Maria e nossos dois filhos, Tomás e João.


Aqui descobri minha veia de Coach, me formei pela ICI e sigo me transformando. Procuro levar para os outros a oportunidade deles encontrarem a melhor versão de si mesmos. Prezo por honestidade, transparência e fidelidade. Sonho com um mundo em que as pessoas vivam pela comunidade. Ensino aos meus filhos o benefício do esforço. Tento pensar e agir em prol de um bem maior e ser um exemplo pela coerência das minhas ações.


Quero e busco ser todos os dias um cara que valha a pena ter por perto.



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